sexta-feira, 20 de junho de 2008

"Sete motivos para um professor Criar um BLOG

A intenção é trazer para cá algumas das idéias
que a gente vê perdidas pelo mundo — real ou virtual

(Blog de Nelson Vasconcelos)

Nesse mundo da tecnologia, inventam-se tantas novidades que realmente é difícil acompanhar todas as possibilidades de trabalho que elas abrem para um professor. Recentemente, surgiu mais uma: o blog.

Mas o que vem a ser isso? Trata-se de um site cujo dono usa para fazer registros diários, que podem ser comentados por pessoas em geral ou grupos específicos que utilizam a Internet. Em comparação com um site comum, oferece muito mais possibilidades de interação, pois cada post (texto publicado) pode ser comentado. Comparando-se com um fórum, a discussão, no blog, fica mais centrada nos tópicos sugeridos por quem gerencia a página e, nele, é visualmente mais fácil ir incluindo novos temas de discussão com freqüência para serem comentados.

Esse gênero foi rapidamente assimilado por jovens e adultos do mundo inteiro, em versões pessoais ou profissionais. A novidade é tão recente; e o sucesso, tamanho, que em seis anos, desde o início de sua existência, em 1999, o buscador Google passou a indicar 114 milhões de referências quando se solicita a pesquisa pelo termo “blog”, e, só no Brasil, aparecem 835 mil resultados hoje.

No mundo acadêmico, por sua vez, esse conceito ainda é praticamente desconhecido. O banco de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) não apresenta nenhuma referência sobre o tema e, mesmo em buscas internacionais, são pouquíssimos os trabalhos a respeito do que se pode fazer com um blog nas escolas. Todas as referências encontradas estão no pé deste artigo.

Não é à toa que tantos jovens e adultos começaram a se divertir publicando suas reflexões e sua rotina e que tantos profissionais, como jornalistas e professores, começaram a entrar em contato com seu público e seus alunos usando esse meio de comunicação. No blog, tudo acontece de uma maneira bastante intuitiva; e não é porque a academia ainda não disse ao professor que ele pode usar um blog que essa forma de comunicação deve ser deixada de lado. Com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar uma nova maneira de se comunicar com seus alunos. Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria, de fato, criar um blog.

1- É divertido

É sempre necessário termos um motivo genuíno para fazer algo e, realmente, não há nada que legitime mais uma atividade que o fato de ela ser divertida. Um blog é criado assim: pensou, escreveu. E depois os outros comentam. Rapidamente, o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores. Como os blogs costumam ter uma linguagem bem cotidiana, bem gostosa de escrever e de ler, não há compromisso nem necessidade de textos longos, apesar de eles não serem proibidos. Como também é possível inserir imagens nos blogs, o educador tem uma excelente oportunidade de explorar essa linguagem tão atraente para qualquer leitor, o que aumenta ainda mais a diversão. O professor, como qualquer “blogueiro”, rapidamente descobrirá a magia da repercussão de suas palavras digitais e das imagens selecionadas (ou criadas). É possível até que fique “viciado” em fazer posts e ler comentários.

2- Aproxima professor e alunos

Com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, o que é um hábito extremamente saudável para a formação dos estudantes, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs. Já pensou se eles puderem se comunicar com o seu professor dessa maneira? O professor “blogueiro” certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano.

3- Permite refletir sobre suas colocações

O aspecto mais saudável do blog, e talvez o mais encantador, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. A primeira reação de quem passou a vida acreditando que diários devem ser trancados com cadeado, ao compreender o que é um blog, deve ser de horror: “O quê? Diários agora são públicos?”. Mas pensemos por outro lado: que oportunidade maravilhosa poder descobrir o que os outros acham do que dizemos e perceber se as pessoas compreendem o que escrevemos do mesmo modo que nós! Desse modo, podemos refinar o discurso, descobrir o que causa polêmica e o que precisa ser mais bem explicado ao leitor. O professor “blogueiro” certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo.

4- Liga o professor ao mundo

Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo.

5- Amplia a aula

Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova.

6- Permite trocar experiências com colegas

Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.)

7- Torna o trabalho visível

Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?

Antes de fazer seu próprio blog, vale a pena consultar as realizações de algumas pessoas comuns ou dos mais variados profissionais. Faça uma busca livre pela Internet para descobrir o que se faz nos blogs pelo mundo afora e (re)invente o seu!

Referências bibliográficas:

DICKINSON, Guy. Weblogs: can they accelerate expertise? Tese de mestrado em Educação da Ultralab, Anglia Polytechnic University, Reino Unido, 2003. Acesso em: 29 jul. 2005.

GENTILE, Paola. Blog: diário (de aprendizagem) na rede. Nova escola, jun./jul. 2004. Acesso em: 29 jul. 2005.

KOMESU, Fabiana Cristina. Blogs e as práticas de escrita sobre si na Internet. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.

LEARNING and Leading with Technology. BlogOn, 2005. vol 32, n. 6.

Por que Estudar Português?

Apesar da preocupação com a Língua Portuguesa, a realidade é que a maioria dos brasileiros tem um nível de conhecimento sofrível, e poucos são os que dominam a norma culta do idioma.
Na realidade, o domínio do Português passou de obrigação a diferencial. E esta não é uma realidade nova. Há anos a prova de língua portuguesa (gramática, literatura e a temida redação) é eliminatória nos vestibulares do País para qualquer curso, mesmo para os ligados às disciplinas de Exatas e Biológicas. Para ingressar no mercado de trabalho, a exigência permanece no processo seletivo. Por motivos óbvios. Afinal, na era do conhecimento e da informação, uma comunicação com clareza e objetividade é obrigatória.
A exigência atual vai além de um texto sem erros de ortografia e com começo, meio e fim. Na era da agilidade da informação, a exigência é a habilidade para redigir ou falar de forma clara, objetiva e concisa.
O caminho é árduo e não tem fim. Mas com estudo, o cultivo de alguns hábitos e treino, você pode melhorar a cada dia.
Independente da sua idade ou do seu grau de escolaridade, estudar o idioma mostra que você atingiu um grau de maturidade e sofisticação extrema. Indica seriedade e preocupação com o seu desenvolvimento. Não tenha medo de mencionar no seu currículo: português fluente. Afinal, quando se tem domínio sobre o idioma, isso passa a ser considerado uma qualificação.
Pensando nisso, o Univag está oferecendo o curso de Língua Portuguesa – Básico I, com o objetivo de aprimorar o desempenho lingüístico dos falantes e de levar os estudantes a uma postura de reflexão sobre a língua e a linguagem. Para tanto, é necessário que se conheça a estrutura gramatical que organiza os textos, as regras que permitem diferentes possibilidades de combinar palavras para construir a frase, para atingir o que realmente interessa: transformar as frases – frias estruturas gramaticais – em enunciados produzidos em situação de diálogo, de interlocução, num dado momento, numa dada situação, com uma determinada intenção. Com todo o calor e sentido, característicos das relações humanas.
A metodologia utilizada será o estudo da gramática através de textos modernos e contextualizados, retirados dos meios de comunicação, acessíveis e compatíveis à realidade dos alunos, tais como jornais, revistas, televisão, internet, out doors etc.
O aluno do curso se exercitará na aplicação em situações do nosso dia-a-dia, em que se faz necessário o uso padrão da Língua Portuguesa, como cartas, ofícios, textos acadêmicos / profissionais etc.
As matrículas ainda estão abertas no Centro de Idiomas do Univag, não só para o curso de Português, mas também de Inglês, Francês, Espanhol e Italiano.
Informações pelos telefones: 688 6181 e 688 6006.


Por: Jean Carlos Dourado de Alcântara. Jean é professor do curso de Português, do Centro de Idiomas do Univag.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Educação no Brasil

Atualmente, considera-se a educação um dos setores mais importantes para o desenvolvimento de uma nação. É através da produção de conhecimentos que um país cresce, aumentando sua renda e a qualidade de vida das pessoas. Embora o Brasil tenha avançado neste campo nas últimas décadas, ainda há muito para ser feito. A escola (Ensino Fundamental e Médio) ou a universidade tornaram-se locais de grande importância para a ascensão social e muitas famílias tem investido muito neste setor.

Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros freqüentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.


Uma outra notícia importante na área educacional diz respeito ao índice de analfabetismo. Recente pesquisa do PNAD - IBGE mostra um queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (1992 a 2002). Em 1992, o número de analfabetos correspondia a 16,4% da população. Esse índice caiu para 10,9% em 2002. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante mostra que, em 2006, 97% das crianças de sete a quatorze anos frequentavam a escola.


Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.


Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. A repetência acaba tirando muitos jovens da escola, pois estes desistem. Este quadro tem mudado com reformas no sistema de ensino, que está valorizando cada vez mais o aluno e dando oportunidades de recuperação. As classes de aceleração também estão dando resultados positivos neste sentido.


A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educação de nosso país. Esta lei visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão. A escola ganhou vida e mais significado para os estudantes.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Alunos Monitores aprendem como criar Blogs

Na oficina de internet comandada pelos formadores Prof. Livio Sousa e prof. Vladimir Lima, os monitores se incluem na internet de uma forma avançada, aprendendo desde os principios básicos até criação de paginas online, como o caso dos Blogs, o assunto da última aula presencial dos alunos monitores, no qual eles praticam a criação do blog passo a passo, até a parte de postagem e desenvolvimento da escrita.

Alunos monitores participam de capacitação para inclusão digital


A Secretaria Municipal de Educação e Cultura – SEMEC, através do Núcleo de Tecnologia Educacional do Município de Teresina – NTHE, inicia hoje (26), na Escola Municipal Murilo Braga, a capacitação para os novos alunos monitores das escolas municipais com laboratório de informática em Teresina. O projeto objetiva dinamizar o uso pedagógico dos laboratórios de informática, bem como proporcionar experiências práticas aos alunos e oportunidade de trabalho.

Ao todo, 26 alunos participam da capacitação, que terá a duração de 66 horas/aula, nos turnos manhã e tarde. A coordenadora do NTHE, Solange Benvindo, explica como foi feita a seleção dos alunos monitores. “Ano passado, a SEMEC promoveu um concurso para as vagas de aluno monitor. Ele foi feito em três fases: prova escrita, prova prática e entrevista. Os melhores alunos estão participando dessa capacitação e vão se juntar aos outros 24 alunos que já participam do programa”.

A capacitação prossegue por mais duas semanas e tem o objetivo de instruir os alunos tanto na parte técnica, como na parte pedagógica. “Nossos alunos têm que aprender a manusear o computador mas, principalmente, têm que saber repassar esse conhecimento para as outras crianças, ajudando o professor em sala de aula com boas práticas pedagógicas”, diz o professor multiplicador do NTHE, Evandro Lélis.

A capacitação dos alunos monitores dos laboratórios de informática da rede municipal de educação é composta por três módulos: Ética e Cidadania, Sistema Computacional e Operacional (Windows e Linux) e Os Softwares no Contexto Educacional e Internet.

Maria Denise Lima está cursando o 9º ano do Ensino Fundamental e será a monitora da Escola Municipal Santa Teresa. “Estou muito ansiosa pelo início das aulas. Assim que terminarmos a capacitação seremos encaminhados para as escolas e espero que seja bom tanto para mim, como aluna monitora, quanto para as crianças. É muito gratificante poder ajudar outros alunos”, afirma.

Os alunos monitores deverão dispor de 4 horas diárias, de segunda a sexta, nos turnos manhã ou tarde, conforme horário de funcionamento da escola. Os monitores ganharão uma bolsa de meio salário mínimo para atuarem nos laboratórios de informática das escolas municipais.



Monitores Recebem Formação Contínuada

PROJETO

APRENDIZAGEM CONTINUADA PARA ALUNOS MONITORES DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

APRESENTAÇÃO

A modalidade de Aprendizagem Continuada para Monitores dos Laboratórios de Informática das Escolas Municipais de Teresina tem como objetivo proporcionar a aprendizagem continuada dos alunos que fazem parte do Programa Aluno Monitor dos Laboratório de Informática Educativa das Escolas Municipais - LIEs (ver anexo 1). Os 45 participantes [1] foram selecionados através de concurso público (ver anexo II), têm entre 14 a 22 anos de idade e estão cursando Ensino Fundamental ou Ensino Médio da Rede pública de Ensino. Esses necessitam estar constantemente inseridos em atividades que fomentem momentos de aprendizagem. As atividades do projeto serão desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura - SEMEC através do Núcleo de Tecnologia Educacional do Município de Teresina- NTHE, localizado a rua Coelho de Resende, 1649. Marquês. O curso constará de 144 (cento e quarenta e quatro) horas, sendo 80 (oitenta) horas presenciais e 64 (sessenta e quatro) não presenciais, distribuídas em diversas oficinas. As oficinas serão implementadas no período de vigência do Programa Aluno Monitor. Os conteúdos abordados estarão diretamente relacionados às tecnologias educacionais tendo em vista que fazem parte de uma etapa da formação continuada do Programa Aluno Monitor dos Laboratórios de Informática que foi criado com o objetivo de dinamizar o uso pedagógico dos Laboratórios de Informática Educativa das Escolas Municipais que possuem laboratórios de Informática, bem como beneficiar aos alunos aprendizes experiências práticas e oportunidade de trabalho, através do contrato de aprendizagem, nos termos da Lei nº. 10.097/2000.

Objetivos:

Geral

  • Capacitar alunos do Programa Aluno Monitor dos LIEs para atuar nos laboratório de informática das escolas municipais de Teresina;
  • Contribuir para melhoria do atendimento a professores, alunos e usuários dos LIES.

Específicos: Levar o (a) aluno (a) a:

  • Conhecer o funcionamento básico de um laboratório de informática, enfatizando os aspectos físicos e lógicos;
  • Usar de forma pedagógica os sistemas operacionais e os aplicativos existentes no LIE;
  • Conhecer e manusear de forma correta e pedagógica as diversas tecnologias educacionais disponíveis nas escolas.
  • Atuar de forma competente, fortalecendo a sua auto-estima, aperfeiçoando o processo ensino-aprendizagem e contribuindo para a interação entre alunos, professores e técnicos.

Metodologia

O Curso de Aprendizagem Continuada para Monitores dos laboratórios de Informática das Escolas Públicas Municipais terá uma carga horária de 144 (cento e quarenta e quatro) horas, sendo 80 (oitenta) horas presenciais que serão realizadas no NTHE e 64 (sessenta e quatro) não presenciais, onde os alunos desenvolverão atividades pré-estabelecidas durante as aulas presencias. Essas atividades serão desenvolvidas pelos alunos nas escolas em que prestam serviço. O resultado dessas atividades deverá ser apresentado durante os encontros presenciais através de relatórios. O conteúdo do curso será distribuído em 4 oficinas, a saber: Oficina de Manuseio de Tecnologias Educacionais 36 (trinta e seis) horas, Oficina de Pesquisa e Internet 36 (trinta e seis) horas, Oficina de TV e Vídeo 36 (trinta e seis) horas e Oficina de Fotografia 36 (trinta e seis) horas. As oficinas serão ministradas através de aulas teóricas-práticas com uso de textos, TV e Vídeo/ DVD, Máquina Fotográfica Digital, Filmadora computadores e internet. Desenvolver-se-ão atividades individuais e coletivas nos diversos aplicativos e softwares disponíveis em que serão abordados os aspectos técnicos da informática incluindo alguns aspectos éticos e pedagógicos, relevantes para a atuação dos mesmos. As aulas presenciais e não presenciais ocorreram durante todo o ano letivo. (ver cronograma ).

Avaliação do curso

Os alunos participantes da capacitação serão avaliados de forma processual, nos seguintes aspectos: assiduidade, pontualidade, interação com professores e alunos, atividades realizadas durante o curso.

Certificação

Após o curso de capacitação, os alunos receberão certificados de participação com carga horária equivalente a 144 horas/aula.

Recursos

Quadro de Acrílico

Pincel para quadro branco

Computadores

Internet

Máquina fotográfica digital

Filmadora

Televisão

DVD

Impressora

Data show

CD

DVD

Papel

Livros

PROGRAMAÇÃO DO CURSO

1- Oficina de Manuseio de Tecnologias Educacionais.

ü Manuseio de data show

ü Manuseio de notebook

ü Manuseio de Máquina Fotográfica digital

ü Manuseio de Filmadora

ü Manuseio DVD

ü Manuseio de scanner

ü Gravação de CD, DVD.

2- Oficina de Internet

ü Conceito

ü Pesquisa

ü Hipertexto como ferramenta pedagógica

ü Leitura de imagem

ü Uso pedagógico do correio eletrônico

ü Bate-Papo como recurso pedagógico

ü Orkut – criação, pontos positivos e negativos.

3- Oficina de TV e Vídeo

ü A linguagem audiovisual/gênero telejornal.

ü Formas de apresentação de notícia

ü Rotinas produtivas na redação de TV

ü Regras de produção de texto

ü Como escrever os itens de um roteiro

ü Como produzir um telejornal itinerante durante cada amostra.

4- Oficina de Fotografia

ü História da Fotografia

ü Conceito de Enquadramento

ü Composição da fotografia

ü Importância da luz para a fotografia

ü Função do Obturador da Câmara.